sábado, 31 de dezembro de 2016

De tempos em tempos um solapar existencial contagia meus pensamentos. Envolto na necessidade de mim, desvaneço. Retorno sem o enervamento de antes, ciente de um inacabamento intrínseco. Desnudo meus anseios. Observo a multiplicidade do caminho ao qual me lancei. Entreguei as rédeas a um "Eu" sem o conteúdo apropriado para a felicidade. E olha eu novamente aqui. Refletindo e crescendo de onde parei. Deus ao meu redor, apesar da minha inconstância, sempre disposto.    

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